Última atualização: 21/05/2026 às 16:12:00
A Justiça Federal na Paraíba (JFPB) recebeu, nesta quinta-feira (21), representantes da Funpresp-Jud (Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Judiciário) para uma visita institucional e reunião sobre previdência complementar. Durante a passagem pela Paraíba para a realização de eventos na Capital, a comitiva agendou o encontro na sede da JFPB, em João Pessoa, que contou com a participação do diretor do Foro, juiz federal Sérgio Murilo Queiroga, dos juízes federais João Pereira de Andrade, Gustavo de Paiva, Rudival Gama do Nascimento e Emiliano Zapata, além do diretor do Núcleo de Gestão de Pessoas (NGP), Ricardo Cavalcanti, e da supervisora da Seção de Comunicação Social, Juliana Rocha.
A comitiva da Funpresp-Jud foi liderada pelo diretor-presidente Amarildo Vieira de Oliveira, acompanhado do diretor de Seguridade, Edmilson das Chagas, e da gerente de Comunicação e Marketing, Paolla Christine de Oliveira Dantas. A pauta incluiu a apresentação do novo ciclo de atuação e visão de futuro da Fundação, baseados no Planejamento Estratégico; a corresponsabilidade na proteção e no futuro financeiro dos servidores; os principais desafios, oportunidades e pontos de melhoria na parceria com a JFPB; além dos produtos e serviços disponíveis.
Também foram abordadas as vantagens da migração para o regime de previdência complementar, o cálculo do benefício especial, estratégias de contribuição facultativa, opções de resgate e coberturas de risco.
Amarildo Vieira destacou a importância do planejamento previdenciário individualizado e ressaltou que a Funpresp-Jud possui hoje cerca de 38 mil participantes, entre magistrados, membros do Ministério Público e servidores do Judiciário Federal. "A previdência complementar é uma ferramenta de proteção financeira de longo prazo. Nosso objetivo é educar os participantes para que tomem decisões informadas, considerando seu perfil, tempo de contribuição e expectativas de aposentadoria", afirmou o diretor-presidente. Ele também enfatizou que a Fundação mantém uma governança sólida, com representação de magistrados e procuradores nos conselhos deliberativo e fiscal, garantindo transparência e segurança aos participantes.